ESPERANDO OS BÁRBAROS: Geopolíticas da segurança no Brasil do século XXI”  Licio Caetano do Rego Monteiro  (Autor)

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Sobre o livro:… Como quadros, laboratórios e tabuleiros, nos ajudam a entender o papel dos militares na política brasileira contemporânea 

A emergência de um Estado securitário no país tem sido usualmente associada à crescente ocupação de cargos no governo federal por militares após 2016. Esperando os bárbaros analisa o mesmo fenômeno a partir de uma outra pergunta que, por sua vez, descortina um outro arco temporal: onde estavam os militares quando achávamos que eles eram carta fora do baralho

A resposta a essa pergunta passa por entender como as ameaças à segurança nacional foram concebidas e projetadas no terreno pelos militares, de modo a justificar sua presença no território e legitimar o seu papel na sociedade durante o período da chamada Nova República. 

Licio Monteiro nos oferece uma perspectiva inovadora, a partir da Geografia Política. Ao lançar mão da metáfora do tabuleiro, o autor decifra a maneira pela qual os militares organizam as ameaças segundo eixos que combinam os pares interno/externo e ordem/ desordem. Quando descreve as operações de combate às ameaças em tempos de normalidade institucional, o livro nos convida a adentrar os laboratórios das Forças Armadas nos quais, a partir de experimentos localizados e replicáveis, forjou-se concretamente o Estado Securitário.

Aliás, a escolha dos lugares de experimentação não é de modo algum aleatória, uma vez que os atores de Esperando os bárbaros operam, sobretudo, nas margens dos sistemas territoriais. Os confins da região amazônica, as favelas cariocas, a experiência haitiana e a zona de fronteira com a Bolívia e o Paraguai compõem os quadros geográficos que nos ajudam a entrever aquilo que alguns desejariam ocultar, e a pensar, em retrospecto, o que parecia inconcebível.

Letícia Parente Ribeiro (UFRJ) e Rebeca Steiman (UFRJ)

Sobre o Autor: 

Licio Caetano do Rego Monteiro é professor adjunto do Departamento de Geografia e Políticas Públicas (UFF-Angra). Doutor em Geografia pela UFRJ, é coordenador do Grupo de Estudos da Baía da Ilha Grande (GEBIG/UFF) e pesquisador do Grupo Retis/UFRJ.Atua no Programa Escolas do Território, em Paraty, e na Pós-Graduação Lato Sensu em Gestão de Territórios e Saberes.

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